Hoje, sempre entre ontem e amanhã.
Um vazio entre o que se pensa e o que se sente.
Como se agarrar ao que se faz de conta?
(De novo?)
Mentirinhas ao pé da cama.
Fantasmas. Chagas. Berros.
E o sangue sempre a jorrar.
Valorizar a sombra e desmerecer a luz.
Queda diante da verdade. Máscaras que vendam os olhos.
Mão com luva.
Peito fechado.
sábado, 29 de outubro de 2011
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